Contabilidade para clínicas e profissionais de saúde.
Regime tributário correto, margem por procedimento e caixa previsível, para médicos, dentistas, fisioterapeutas, psicólogos e clínicas com equipe.
- A agenda está cheia, mas não sobra dinheiro no fim do mês.
- Não se sabe qual procedimento sustenta a clínica e qual só ocupa a sala.
- A folha cresceu e o Fator R nunca foi acompanhado.
- Convênios pagam com atraso e a conta pessoal cobre o buraco.
- Pró-labore e distribuição definidos sem critério.
- Margem apurada por procedimento, profissional e convênio.
- Fator R e anexo do Simples acompanhados mês a mês.
- Fluxo de caixa com o prazo real de recebimento dos convênios.
- Política de pró-labore e distribuição baseada no resultado.
- BPO financeiro para tirar a rotina das costas do sócio clínico.
Os indicadores que mudam a decisão de uma clínica
Margem por procedimento
Qual serviço sustenta a clínica e qual apenas ocupa a sala e a agenda.
Receita por profissional e por sala
Onde a capacidade instalada está sendo aproveitada e onde está ociosa.
Glosa e prazo dos convênios
Quanto foi faturado, quanto foi glosado e quando o dinheiro realmente entra.
Fator R e anexo correto
A relação folha sobre receita que define o anexo do Simples todo mês.
Problemas que mais encontramos
- Clínica no Anexo V por não acompanhar o Fator R.
- Equiparação hospitalar avaliada sem os requisitos formais.
- Retenções de convênios não aproveitadas na apuração.
- ISS recolhido em município ou alíquota indevidos.
- Sócio pessoa física recebendo o que deveria ser da PJ.
E do lado do caixa
- Caixa da clínica misturado com o pessoal.
- Preço de procedimento definido pelo mercado, não pelo custo.
- Inadimplência de particulares sem régua de cobrança.
- Compra de equipamento decidida pelo saldo em conta.
- Expansão de sala ou unidade sem projeção de ponto de equilíbrio.
Ferramentas para a sua clínica
Perguntas de quem tem clínica
Quando uma clínica deve mudar de regime tributário?
Sempre que faturamento, folha ou estrutura societária mudarem de patamar. Na prática, o gatilho mais comum é a folha: ela define o Fator R e, com ele, o anexo do Simples. A comparação com o Lucro Presumido deve ser refeita ao menos uma vez por ano.
Quanto uma clínica precisa faturar para não ter prejuízo?
O ponto de equilíbrio é o custo fixo dividido pela margem de contribuição. Em clínicas, o custo fixo costuma incluir aluguel, equipe fixa, sistema e pró-labore, e é ele que define quantos atendimentos sustentam a operação.
Vale a pena abrir uma segunda unidade?
Depende de três números: margem atual, folga sobre o ponto de equilíbrio e reserva de caixa após o investimento. O Growth Score do Prumo Labs estima essa capacidade de forma preliminar.
Sua clínica no prumo.
O atendimento de saúde tem um especialista designado, com registro no CRC e experiência no setor. Você fala sempre com a mesma pessoa.